quinta-feira, 29 de setembro de 2011

MENSAGENS SOBRE O AMOR


Imagem Meramente Ilustrativa

PÉROLAS

"Pérolas são produtos da dor, resultados da entrada de uma substância estranha no interior das ostras, como um parasita ou um grão de areia.
Quando o grão de areia penetra,uma substância chamada nácar começa a cobrir o grão com camadas para proteger o corpo da ostra.
Resultado, uma linda pérola.
Uma ostra que nunca foi ferida nunca vai produzir pérolas, pois essa é uma ferida cicatrizada. Você já se sentiu ferido pelas palavras rudes,foi acusado de ter dito coisas que não disse,suas idéias foram rejeitadas ou mal interpretadas, sentiu duros golpes de preconceito, indiferença? Então, produziu uma pérola.
Cubra suas mágoas com amor.
Infelizmente, são poucos que fazem isso.
A maioria cultiva ressentimentos, feridas abertas, não permitindo que cicatrizem.
São “ostras vazias“,não porque não tenham sido feridas, mas porque não souberam perdoar, compreender e transformar a dor em amor."
(Autor Desconhecido)


SOBRE AMOR, ROSAS E ESPINHOS

"Amor, que é amor, dura a vida inteira.
Se não durou é porque nunca foi amor.
O amor resiste à distância, ao silêncio das separações e até às traições.
Sem perdão não há amor.
Diga-me quem você mais perdoou na vida, e eu então saberei dizer quem você mais amou.

O amor é equação onde prevalece a multiplicação do perdão. Você o percebe no momento em que o outro fez tudo errado, e mesmo assim você olha nos olhos dele e diz: "Mesmo fazendo tudo errado, eu não sei viver sem você. Eu não posso ser nem a metade do que sou se você não estiver por perto".

O amor nos possibilita enxergar lugares do nosso coração os quais sozinhos jamais poderíamos enxergar.

O poeta soube traduzir bem quando disse:
"Se eu não te amasse tanto assim, talvez perdesse os sonhos dentro de mim e vivesse na escuridão.
Se eu não te amasse tanto assim talvez não visse flores por onde eu vi, dentro do meu coração!"

Bonito isso. Enxergar sonhos que antes eu não saberia ver sozinho.
Enxergar só porque o outro me emprestou os olhos, socorreu-me em minha cegueira.
Eu possuía e não sabia. O outro me apontou, me deu a chave, me entregou a senha.

Coisas que Jesus fazia o tempo todo.
Apontava jardins secretos em aparentes desertos.
Na aridez do coração de Madalena, Jesus encontrou orquídeas preciosas.
Fez vê-las e chamou a atenção para a necessidade de cultivá-las.

Fico pensando que evangelizar talvez seja isso:
descobrir jardins em lugares que consideramos impróprios.
Os jardineiros sabem disso.
Amam as flores e por isso cuidam de cada detalhe, porque sabem que não há amor fora da experiência do cuidado.
A cada dia, o jardineiro perdoa as suas roseiras.
Sabe identificar que a ausência de flores não significa a morte absoluta, mas o repouso do preparo. Quem não souber viver o silêncio da preparação não terá o que florir depois...

Precisamos aprender isso.
Olhar para aquele que nos magoou e descobrir que as roseiras não dão flores fora do tempo nem tampouco fora do cultivo.
Se não há flores, talvez seja porque ainda não tenha chegado a hora de florir.
Cada roseira tem seu estatuto, suas regras...
Se não há flores, talvez seja porque até então ninguém tenha dado a atenção necessária para o cultivo daquela roseira.

A vida requer cuidado. Os amores também.
Flores e espinhos são belezas que se dão juntas.
Não queira uma só. Elas não sabem viver sozinhas...
Quem quiser levar a rosa para sua vida, terá de saber que com ela vão inúmeros espinhos.
Mas não se preocupe.
A beleza da rosa vale o incômodo dos espinhos...
ou não."

Autor: (Padre Fábio de Melo)
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